Meio Ambiente é uma das pautas do Encontro Diálogos de Fronteira

ENCONTRO DE FRONTEIRA

Rondônia e Bolívia se reuniram nos dias 12 e 13, no Rondon Palace Hotel em Porto Velho, para o Encontro Diálogos de Fronteira. Com a intenção de discutir as políticas públicas relacionadas à fronteira de Rondônia com Beni e Pando, o encontro promoveu a troca de experiências entre os participantes, que envolviam desde autoridades brasileiras e bolivianas à classe empresarial.

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) coordenou a sala que discutia questões relacionadas ao Meio Ambiente e ao Agronegócio. O Secretario de Desenvolvimento Ambiental, Hamilton Santiago, realizou a abertura dos trabalhos da tarde do dia 12 e salientou a importância que é essa troca de experiências entre as fronteiras e como ela pode auxiliar no crescimento e desenvolvimento das questões ambientais de ambos os lados. A primeira apresentação da tarde foi de responsabilidade do Geógrafo da Sedam, Luiz Claudio Fernandes, que apresentou o zoneamento do Estado de Rondônia, que passa agora pela sua 2° revisão. Luiz Claudio fez questão de ressaltar a importância que a Consulta Pública teve no processo de revisão do zoneamento. Logo em seguida o Coordenador de Unidades de Conservação, Jorge Lourenço, apresentou um pouco das Unidades de Conservação do Estado e suas potencialidades, explanando também o fato da Bolívia e Rondônia compartilharem muitas belezas naturais. 

Na manhã do dia 13 todas as salas se reuniram no auditório do 9° andar do prédio Pacaás Novo no CPA para apresentação das propostas decididas em cada sala. Eliezer de Oliveira, Gestor Ambiental, ficou responsável por apresentar as propostas relacionadas ao Meio Ambiente. As propostas tratavam da  Metodologia do Plano de zoneamento - realização de um intercâmbio entre técnicos da Sedam e os responsaveis pelo setor do meio ambiente da bolívia, Capacitação Técnica  - metodologia de produção agropecuária e meio ambiente e Tecnologia da produção de peixes no sistema de tanques e de viveiros escavados com demonstração das tecnologias existentes no Estado e visitação em locais onde as tecnologias já existem.

 

Fonte
ACRI - Assessoria de Comunicação e Relações Institucionais

Sedam trabalha Educação Ambiental com estudantes

Castelo branco palestra

No último dia 06 (quarta-feira) equipe da Coordenadoria de Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Desenvolvimento ambiental realizou palestras para alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual Castelo Branco. A atividade que faz parte das ações da Coordenadoria para Semana do Meio Ambiente trabalhou com os temas de Degradação e Sustentabilidade Ambiental, enfatizando queimadas, desmatamento ilegal, poluição hídrica, poluição do solo e da atmosfera.

Além das atividades nas Escolas, a equipe da Coordenadoria realizou durante a semana entrevistas na televisão e no rádio para esclarecer a população a assuntos relacionadas a Educação Ambiental e ao Meio Ambiente, além de sanar dúvidas.

 

Fonte
Coordenadoria de Educação Ambiental

Expo Eco Sedam ensina boas práticas e promove o artesanato ecológico em Rondônia

 

Evento Meio Ambiente 05.06.2018 Fotos Frank Néry 4 870x580

Tenda na praça do Complexo Rio Madeira expõe peças de eucaliptos e um exemplar de manjericão, de multiuso

O manjericão [Ocimum basilucum ] usado no banho terapêutico de recém-nascidos e no tempero da pizza e do peixe faz parte do lema Pensar global, agir local, da organização não-governamental Elo Green, parceira do Centro de Medicina Tropical deRondônia (Cemetron). Ele é anti-inflamatório e anti-bacteriano, analgésico, antitérmico, anti-séptico, digestivo, expectorante e sedativo.

No Dia Mundial do Meio Ambiente, nesta terça-feira (5), a Expo Eco Sedam [Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental] apresentou uma variedade de produtos artesanais e sustentáveis, vistos por mais de quinhentas pessoas nas primeiras duas horas de duração.

Rica em vitaminas, minerais, flavonoides e antioxidantes, a espécie com folha larga, mais conhecida por alfavaca, compõe trouxinhas recheadas; a roxa, muito cheirosa, é muito usada para ornamentar ambientes e vai muito bem na comida. Dizem que uma folhinha de manjericão, ao dia, na comida, “livra a pessoa da ida ao médico”.

Na tenda em frente, o beija-flor de madeira representa – segundo o xamanismo – o amor puro, a cura, o entusiasmo e o renascimento.

A gestora do Núcleo de Gestão Ambiental do Cemetron, Márcia Abrantes Alves Viana, distribui uma cartilha com recomendações a respeito de medicamentos vencidos, sobras, seringas com agulhas deixadas em casa.

Segundo ela, deve-se evitar que eles sejam descartados em lixo comum, mas colocados em embalagem rígida – garrafa pet, por exemplo –, devidamente identificada e mantida longe do alcance de crianças e animais domésticos.

“A embalagem deve ser fechada e pode ser entregue nas unidades básicas de saúde mais próximas em seu bairro”, ela informa na cartilha. “Com destino adequado que terão, evitamos acidentes e até mesmo contaminação de pessoas”, acrescenta.

Nas tendas, artesãos vendem produtos de madeira envernizada: tartaruguinhas, canoinhas, fusquinhas, caminhonetes, caçambas, caixas-d’água, que simbolizam Porto Velho, peixes, farinheiras e porta-latas.

O artesão Antonio Félix da Silva, que também expõe esses produtos na Feira do Sol, chama atenção para a bolsa reciclada com lacres de latas de refrigerante ou cerveja, e alças de madeira. Há também tapetes coloridos e jogos de mesa feitos com esses lacres.

O bombom de cupuaçu com castanha é o mais conhecido comestível presente no evento.

Álvaro Amaral exibe peças envernizadas de eucaliptos da safra em seu terreno na Estrada da Penal, cujo plantio começou em 2007. “No começo, não imaginava que poderia chegar a esta fase, com acabamento desse produto que já é bem aceito”, conta.

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Estudantes visitam a Eco Sedam

RIO DAS GARÇAS

A 25 quilômetros de Porto Velho, a Amazônia Adventure promove passeios de caiaque no rio das Garças, combinados diretamente na agência da empresa no bairro Arigolândia, ou por redes sociais.

“As pessoas se reúnem todos os domingos no Mercado Central, bebemos café da manhã, damos instrução e seguimos para aventura ecológica de quatro horas”, explicou o gerente Saulo Giordane.

Segundo ele, os passeios são feitos em caiaque stand up, individual e duplo. Cada passeio leva, em média, 25 a 30 pessoas. Uma das opções escolhidas é o trecho entre a Igreja de anto Antônio e a Madeira-Mamoré.

 

Fonte
Texto: Montezuma Cruz
Fotos: Frank Néry
Secom - Governo de Rondônia

Agricultor que aderir ao Programa de Recuperação Ambiental terá apoio do governo para fazer regularização ambiental

Viveiro de mudas de Castanha do Brasil da SEDAM 3

Área pode ser reflorestada com espécies produtivas, como cacau, açaí, pupunha, cupuaçu, etc, que têm importância econômica

Lançado durante a VII Rondônia Rural Show, realizada de 23 a 26 de maio, em Ji-Paraná, o Programa de Recuperação Ambiental (PRA) assumiu um caráter pioneiro na regularização ambiental do país, como o primeiro a identificar propriedades com passivo ambiental – desmate acima do limite legal – em Área de Preservação Permanente (APP) – e promover sua consequente regularização, num projeto conjunto de ação entre o governo do Estado e o agricultor.

Sob os olhos do Ministério do Meio Ambiente (MMA) o PRA é o resultado de uma parceira do governo de Rondônia, governo do Acre, Serviço Florestal Brasileiro e Universidade de Lavras (MG), com a cooperação da empresa alemã Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), que consiste na análise das informações do Cadastro Ambiental Rural (CAR), e a partir do resultado propor e executar projetos de soluções para regularização dos passivos que forem detectados.

Maior entusiasta do programa, o engenheiro agrícola Arquimedes Longo, coordenador de Monitoramento e Regularização Ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), disse que o Estado de Rondônia tem uma noção muita clara de suas responsabilidades e necessidades e, por isso, se antecipou aos outros estados, sendo o primeiro no país a disponibilizar o módulo do PRA totalmente automatizado para os imóveis que precisam fazer sua regularização, de modo que o projeto possa ser construído junto com o responsável pelo imóvel rural.

Ele explicou que os técnicos da Sedam vão até a propriedade de posse de todas as informações reveladas pelo CAR, incluindo o mapa da propriedade com a demonstração fática da APP que foi desmatada e que exige a recomposição. E assim, com base nessas informações e utilizando metodologias próprias de recuperação, é montado o projeto de regularização ambiental que pode e deve ser construindo junto com o produtor.

Juntamente com o produtor, o técnico da Sedam elabora o projeto de recuperação da área, que pode ser reflorestada com espécies produtivas, como açaí, pupunha, cupuaçu, etc, que têm importância econômica, mesclando com outras espécies nativas como castanha (que também é produtiva), mogno, maracatiara, cedro etc, conciliando assim a sustentabilidade ecológica e econômica da propriedade, com ganhos sociais e ambientais.

Arquimedes Longo explicou também que é possível fazer a compensação ambiental das Reservas Legais (RL) desmatadas antes de 2008, com a aquisição de uma nova área com excedente de cobertura – área de floresta intocada além do limite legal -, regra que vale para todos os produtores rurais, grandes e pequenos, que têm passivo ambiental a recuperar.

Resta lembrar que aderindo ao PRA os produtores rurais autuados e multados em virtude dos passivos ambientais (degradação) detectados em suas propriedades, terão a penalidade extinta, entre outros benefícios, como acesso a crédito, política de serviços ambientais, estoque de produtos madeireiros, estoque de carbono, regulação do clima, proteção dos recursos hídricos, do solo e conservação da biodiversidade.

Fonte
Texto: Cleuber Rodrigues Pereira
Fotos: Arquivo Secom
Secom - Governo de Rondônia

Mensagem do Secretário de Desenvolvimento Ambiental em comemoração ao Dia do Meio Ambiente

Cartilha 8

Hoje comemoramos o Dia Mundial do Meio Ambiente. Trata-se de uma data que nos possibilita a reflexão de como está a nossa casa maior, o planeta Terra e o que nós estamos contribuindo para que os seus diversos habitantes vivos (vegetais e animais) e seus inanimados (solo, água e o ar) estejam sempre se relacionando de forma equilibrada e harmoniosa. A Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) em Rondônia tem um papel preponderante na manutenção deste equilíbrio com atuação nas diversas áreas do conhecimento propiciada por um corpo técnico e administrativo de grande qualidade. Neste sentido, o dia de hoje é muito especial para todos nós e como Secretário de Desenvolvimento Ambiental parabenizo a todos os servidores pelo esforço para manter a nossa pequena casa que é Rondônia e, como descreve nosso hino, aqui toda vida se engalana de beleza tropical com nossos lagos, nossos rios e nossas matas.

Hamilton Santiago - Secretário de Desenvolvimento Ambiental

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